O tempo nas principais capitais do Brasil

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Pequena Introdução sobre a Cidade de Manaus

Capital do estado do Amazonas e principal centro financeiro da região norte do Brasil. Localiza-se próximo a confluência dos rios Negro e Solimões, onde ocorre o famoso "encontro das águas". É a cidade com maior população do estado, segundo o IBGE, 1,73 milhão de pessoas. Manaus pertence a mesoregião Centro Amazonenese e a microregião de Manaus.

Sua fundação data de 1669 com o Forte de São J0sé do Rio Negro. Depois, foi elevada a vila em 1832 já com o nome de Manaus.

A origem do nome vem do significado "mãe dos deuses", em homenagem à nação indígena dos Manaós de onde advém o gentílico Manauara. A vila foi legalmente transformada em cidade em 24 de Outubro de 1848 com o nome de Cidade da Barra do Rio Negro. O nome Manaus voltou a pertencer a cidade em 4 de Setembro de 1856.

A cidade ficou conhecida no começo do século XX, na fase áurea da borracha. Hoje, sua economia principal gira em torno do Polo Industrial de Manaus, responsável pelo 7º maior PIB (Produto Interno Bruto) e , consequentemente a Sétima cidade mais rica do Brasil.

Manaus possui a segunda maior região metropolitana do norte do pais, e a décima segunda do Brasil, com 2.006.870 habitantes (IBGE). A cidade aumentou gradativamente a sua participação no PIB brasileiro nos últimos anos, passando a responder por 1,4% da economia do país e abriga a primeira universidade do Brasil, a Universidade Federal do Amazonas fundada em 1909.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

O Mágico de Oz em Manaus







“O mágico de Oz” é a próxima atração do “Projeto Cultural Tríplice”, da Tríplice Entretenimento, em Manaus. O espetáculo, que conta com a produção de Marco Roza e direção de Gabriel Cortez, chegará a Manaus para uma temporada de três dias: 28, 29 e 30 de agosto. Ao todo, são 15 pessoas que fazem parte do elenco: Carla Diaz (Dóroti) Genilson Gouveia (Homem de Lata), Ronaldo Júlio (Leão covarde) e Rafael Canedo (Espantalho), além de Simone Molina (Bruxa má do Oeste), Elaine Moreira (Bruxa boa do Norte). Carla Diaz, conhecida da televisão, está comemorando seus 18 anos de vida e 15 de carreira e já havia participado da última encenação do espetáculo, dirigida por Cortez, há cinco anos. Pietro Mário, o eterno Capitão Furacão, também integra o elenco, como o mágico de Oz.

O filme "O mágico de Oz", de Victor Fleming, encantou platéias com sua profusão de efeitos especiais. Agora, quase sete décadas depois, o mesmo deve ocorrer com as crianças que forem assistir à adaptação homônima do longa, nos dias 28, 29 e 30 de Agosto em Manaus.

Apostando em um novo formato de apresentação, a produção local (em Manaus) lança o projeto “Arena Cultural Tríplice”, uma infraestrutura que vai permitir o acesso à cultura e à arte fora de um teatro convencional. Para tanto, a Tríplice e o Millennium Center fizeram uma parceria para criar um “teatro” em um espaço aberto dentro do centro de compras e serviços, com capacidade para 1.256 espectadores, em uma estrutura em formato de degraus.

“Trata-se de um conceito inovador, totalmente diferente dos teatros convencionais”, garante Antonino Maia, diretor-geral da Tríplice. “A nossa meta é proporcionar um fluxo maior de clientes e proporcionar a eles um lazer de qualidade”, afirmou Miguel Cristoph, gerente-geral do Millennium Center. A iniciativa faz parte da campanha para o Dia dos Pais, batizada de “No Millenium, o Dia dos Pais vai ser mágico”. Os clientes que fizeram compras acima de R$ 150 vão pagar apenas R$ 10 para conferir a apresentação, que será voltada exclusivamente para clientes, no dia 30 de agosto. Essa promoção, segundo os realizadores do evento, já teve seus ingressos esgotados.

A História “O mágico de Oz” narra a história de Dorothy, garota que morava numa fazenda. Lá, seu único amigo era o cãozinho Totó que, durante uma tempestade, desaparece. Procurando-o, a menina se esconde na pequena casa que, levada por um tufão pelos ares, termina em uma terra distante e desconhecida. Ansiosa para voltar para casa, a menina vai em busca do Mágico de Oz na Cidade das Esmeraldas. Bastava seguir a estrada de tijolos amarelos.

Local: Millenium Center
Data: 28/08 a 30/08
Horário:
Público: Infantil
Informações: 8115-0929Site:

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

BRIC

O termo BRIC é um acrônimo criado em novembro de 2001 pelo economista Jim O´Neill, para designar os 4 (quatro) principais países emergentes do mundo, a saber: Brasil, Russia, India e China. Estes países emergentes possuem características comuns. Ao contrário do que algumas pessoas pensam, não compõem um bloco econômico, apenas compartilham de uma situação econômica com índices de desenvolvimento e situações econômicas parecidas. Em menos de 40 anos os paises componentes do BRICs juntos poderão ser maiores que as dos G6 (Estados Unidos da América, Japão, Alemanha, Reino Unido, França e Itália).

O grupo possuirá mais de 40% da população mundial e juntos terão um PIB de mais de 85 trilhões de dólares (US$). Esses quatro países não formam um bloco político (como a União Europeia), nem uma aliança de comércio formal (como o Mercosul e ALCA) e muito menos uma aliança militar (como a OTAN), mas formam uma aliança através de vários tratados de comércio e cooperação assinados em 2002 para alavancar seus crescimentos.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Bom, é a primeira vez que escrevo em um blog, portanto, vão me perdoar a falta de experiência.
Batizei o blog de assunto para essa finalidade encontrar assuntos.

Acho que o primeiro passo seria definir bem esse termo: Assunto.

Vejamos: é um Substantivo masculino - as.sun.to
Significa Matéria de que se trata;
Argumento; obje(c)to; matéria; motivo; tema.

Bom, não vou pormenorizar isso. Por hora basta saber que assunto é uma matéria, motivo ou tema de que se possa falar, conversar, escrever.

E daí vamos ao assunto: Milagres.

Há quem acredita e quem não acredita. E o que seriam milagres? O Wikcionario diz que é um Substantivo
Singular
Plural
Masculino
milagre
milagres
mi.la.gre, masculino
algo que aconteceu e não tem explicação à luz da Ciência da época
fato inexplicável
algo que ninguém acredita ser possível.

Isso, por si só, já cria uma contradição. Se por definição milagre é algo que ninguém acredita, como acreditar em milagres?

Na página http://www.skepdic.com/brazil/milagres.html encontrei essa essa definição: Um milagre é "uma transgressão de uma lei da Natureza pela vontade de uma Divindade, ou a interposição de um agente invisível." (Hume, p. 123n).

Por essa definição quando ocorre, então, um milagre, uma "lei natural" é transgredida.

O autor dessa citação é o filósofo DAVID HUME http://www.cobra.pages.nom.br/fmp-hume.html. O trecho a seguir foi tirado dessa página e trata da filosofia de HUME e creio que serve de ponto de partida para a compreensão da definição anterior:

" ...
A crença
Mas há também a questão da fé. Quando alguém vê um copo cair, ele não somente pensa na sua quebra mas espera e acredita nela; ou, começando por um efeito, quando ele vê o chão molhado em geral, além de pensar em chuva, ele acredita que esteve chovendo. Acredita-se firmemente que os raios do sol aquecem a pedra. A vinculação tida como lógica e necessária decorre de um sentimento de crença, e não pode ser tomado como inferência lógica válida.
Hume reivindica ter sido o primeiro a investigar a natureza da crença. Ele usa este termo em sentido estrito de crença em matéria de fato, em qualquer coisa como sendo existente. Ele descreve a crença como um tipo de vivacidade ou clareza possuída por algum dos objetos imediatos da consciência, originalmente por impressões e as simples imagens de memória delas. Como acontece "causa" pertencer a certas ideias? Por associação. Esta é a essência da inferência causal: o observador passa de uma impressão para a ideia regularmente associada com ela.
Hume confiantemente afirma que no processo o aspecto de clareza e vivacidade próprio da impressão infecta a ideia.
Hume não reivindicou provar que sejam falsas as proposições: (1) que eventos eles mesmos são relacionados causalmente e (2) que eles serão relacionados no futuro do mesmo modo como eles eram no passado, sejam falsas. Ele firmemente acreditava em ambas essas proposições e insistia que todo o mundo acredita, vai continuar a acreditar e precisa acreditar para poder sobreviver. São crenças naturais, inextinguíveis propensões da natureza do homem. O que ele reivindica provar é que elas não são obteníveis, e não podem ser iluminadas, nem pela observação empírica nem pela razão, seja intuitiva ou inferencial. A reflexão mostra que não existe evidência para elas e mostra também que estamos inclinados a acreditar nelas e que é de bom senso e sanidade, fazer assim.
Em síntese, este é o ceticismo de Hume: é a negação não da crença mas da evidência. É a conclusão filosófica de que o homem é mais uma criatura de percepção sensível e prática, que de razão." (...)

Veja esses vídeo.

http://www.youtube.com/watch?v=GWls0VcExqg